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sábado, 19 de julho de 2008

Palavras


Acredito no poder das palavras. O “Berelando...” foi o laboratório que me deu a justificativa para afirmar isso.

Nas edições em que participei, tomava extremo cuidado em escolher as palavras, pois, do mesmo modo que ela cria heróis, trazem felicidade, demonstram amor, também podem destruir pessoas, atormentar almas, gerar ódio.

Dizem que através da palavra é que nos diferenciamos dos animais, mas, aprendi também que, por elas podemos nos transformar em monstros demoníacos.

Descobri que as palavras mais importantes são as menores: “sim”, “não”, “amor”, “Deus”... Elas são capazes de preencher espaços gigantescos. Dentre estas, “sim” e “não” são as que exigem mais cuidado ao se dizer. Não devemos dizer “sim” se o nosso coração diz “não” e vice-versa.

"Palavras gentis podem ser curtas e fáceis de falar, mas os seus ecos são efetivamente infinitos”. - Madre Tereza de Calcutá

"Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma”. - Fernando Pessoa


19 de Julho de 2008.

2 comentários:

Rubens Alves Júnior disse...

esse seu post me fez lembrar uma oficina que fiz com o falecido Paulo Leminski....
e saiu um texto assim!
"vivo escrevendo, escrevo vivendo, escrevo porque vivo, vivo para escrever e vivo do que escrevo"

Tili Oliveira disse...

Palavras realmente tem um enorme poder.
Milhares de raças (humanas e animais em geral), foram destruídas por falta dela, ou por falta de seu entendimento.
Meu amigo, acredite em suas palavras!
Abs.