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sábado, 14 de março de 2009

Intriga



Na época do “Berelando...” nunca houve motivos para reclamar dos meus amigos. Nem sempre concordávamos com tudo, poderia haver algumas divisões de opinião, mas, nunca houve nenhum tipo de traição.

No dia-a-dia há batalhas que travamos bravamente. Podemos vencer, podemos perder, podemos pedir uma trégua. Enquanto usarmos as armas certas, acho que não haverá um perdedor verdadeiro, pois assim são as batalhas, nem sempre podemos ganhar, mas sempre aprendemos alguma coisa (ou pelo menos deveríamos).

Infelizmente, nem sempre as armas usadas contra nós são justas, nossos escudos e espadas são inúteis e os ferimentos podem ser mortais. Às vezes, são usadas palavras para nos destruir e quanto a isso ocorre não há muito o que fazer (às vezes não há nem a quem culpar). Eu pelo menos não sei o que fazer.

A intriga é uma arma muito fácil de usar, porém, funciona.

Quando isso ocorre só tenho forças para me abrigar e esperar as feridas se fecharem, curar meu ânimo, esperar o momento de voltar à luta. Aguento as punições mesmo imerecidas, mas, não usarei a mesma arma para contra-atacar.

14 de março de 2009.

2 comentários:

Vera Lúcia disse...

Neto, o assunto de hoje me fez lembrar do livro "A arte da guerra", que nos ensina que as mesmas estratégias usadas no campo de batalhas pelos generais e suas tropas, podem ser usadas nestas batalhas diárias mensionadas por você. Observar, saber a hora de avançar ou recuar, de falar ou se calar, enfim, podemos resumir numa palavra: sabedoria. O exercício é constante.
Beijos e ótima semana!!!

ADNA disse...

O pensamento; a sua arma.
A liberdade; a sua causa.
Sua felicidade... A igualdade entre as raças.
(Trecho da letra "Incorrigível, Exagerado",
A maior arma de um homem são as palavras, tanto elas conquistão quanto matam.
AINDA BEM QUE VC TEM AMOR E MUITO AMOR ; PARA QUE SUAS FERIDAS FECHEM E VOLTE A ESCREVER(RISOS)