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sábado, 17 de maio de 2008

Escolhas


Todo mês tínhamos que fazer escolhas para a nova publicação. O que escrever, que foto usar, se teria um artigo ou não, quem escreveria uma história etc. Para decidir, havia a reunião de pauta (se é que podia se chamar de reunião, parecia mais uma festa!), eram votados os prós e contras, e, no final, eram feitas as escolhas.

Fazemos milhares de escolhas todos os dias, na maioria das vezes inconscientemente. Ao acordar decidimos se levantaremos para o trabalho ou se voltamos a dormir, se vestiremos uma roupa de cor azul ou verde etc. Algumas escolhas são difíceis. Podem nos paralisar. Ai que está o perigo.

Nem sempre é possível reunir um grupo para decidir os caminhos da nossa vida. Temos que correr os riscos sozinhos, seguir por certos caminhos e abandonar outros, mas, nunca deixar se paralisar. De hoje em diante, ao acordar podemos a fazer a seguinte escolha: Hoje serei feliz ou, hoje será mais um dia triste. Bem, eu já fiz a minha escolha.

17 de maio de 2008.

2 comentários:

Raquel Swartoski disse...

Tertuliano, precisamos nos atentarmos a todas as ocasiões em que a vida nos apresenta estas escolhas, e mais ainda como devemos reagir diante delas, pois com certeza ela nos conduzirá a sermos “mais ou menos felizes”, isto só depende de cada um de nós...as vezes até de dois, rs...o que não podemos é paralisarmos diante do desconhecido, do novo, do medo de não conseguirmos, de sofrermos, das decepções, de um não; devemos estar sintonizados com a "ação" para sermos felizes. Às vezes por uma vida, às vezes por alguns anos, às vezes por um mês, dias, horas, não importa o IMPORTANTE a escolher É SER FELIZ...as vezes não dá certo, mas com certeza não ficaremos aprisionados em nossas próprias dúvidas...

Raquel

Anônimo disse...

Eu diria que a vida em si já é uma escolha. Não uma escolha nossa, porque acho que nós não opinamos sobre o início dela, não pudemos participar do processo que escolheu o momento adequado para virmos a este mundo, onde iríamos morar, o que iríamos ser, se menino ou menina. Digo que acho que não opinamos porque num dado momento pode ser que tenha sido uma escolha nossa sim, somente não somos mais capazes de nos lembrarmos ou de retermos esta informação desde antes da concepção. Mas encaremos então a vida como um dom confiado a cada um de nós. Mas isto posto, é uma escolha nossa a forma como a direcionamos, com quem concordamos e com o que concordamos. As escolhas nem sempre são óbvias. Eu concordo com a Raquel quando ela lembra que o medo ás vezes não nos deixa fazer as escolhas que mais queríamos. Falar a verdade a um amigo querido é por vezes, uma escolha difícil, e calar-se, a mais fácil. Não a certa, mas a mais fácil. Trocar de emprego.... mudar de caminho... Enfim, desde as mais simples até as mais complexas escolhas da vida, em quase todas está envolvida uma questão de coragem, lealdade, virtude, necessidade. Nem sempre é tão fácil, a maioria do tempo é mais simples do que parece. Me lembrei do filme que o Tertuliano indicou (Tudo bem, não foi bem uma indicação, apenas uma citação), "Amor à segunda Vista", com a Sandra Bullock e o Hugh Grant; a personagem de Hugh era incapaz de decidir sozinho uma série de coisas, como que envelope usar na correspondência da empresa, qual a cor da gravata para a ocasião. Mas era rápido em decidir e escolher com quem queria trabalhar, quem ele queria do seu lado. E estas são as escolhas mais difíceis: decidir com quem você vai dividir os melhores momentos da sua vida. De vez em quando, decidimos certo. Mas erramos...
Hoje é vespera de feriado e eu gostaria muito de escolher acordar bem tarde amanhã, sem o despertador e sem a pressão dos horários. Indisciplina por algum tempo. Rebeldia contra o sistema que eu alimento.... rs... A todos, um ótimo feriado.

Valdecir