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sábado, 30 de agosto de 2008

Sobre o amor


Na segunda edição do “Berelando...” (dezembro/2000), em um arrombo de criatividade, vinham em seqüência 3 matérias: É o amor..., É o amor... II e (adivinhe, se puder!) É o amor... III. Eram matérias que falavam de bodas, datas de casamentos já marcados e uma revelação de uma nova união na turma. É lógico que as três notícias poderiam ter sido incluídas em uma única matéria, mas, como forma de preencher espaços no periódico e, para aumentar a importância de cada casal, de cada história, achei melhor transformá-las em notas individuais, notas exclusivas.

Hoje, ao reler esta edição, comecei a pensar que muito da infelicidade que há no mundo é por falta de amor. Seria muito bom se, como no “Berelando...”, nós pudéssemos encher o mundo de amor, distribuir por colunas, espalhá-las por páginas, aumentar a importância de cada história de amor.

O amor, em sua forma mais pura, nos cura quando estamos esgotados, ele nos revigora para continuarmos nossa busca pela felicidade, o prêmio que todos nós temos direito

Esta semana, “passeando” por blogs que algumas almas do mundo escreveram, li uma citação de Lady Diana, princesa de Gales:

"Eu acho que a principal doença do mundo hoje é o fato de as pessoas se sentirem pouco amadas. Eu posso dar amor por um minuto, por meia hora, por um dia, um mês. Eu fico feliz com isso, e quero fazer isso. Não me chamem de ícone. Sou apenas uma mãe tentando ajudar".

Talvez, por ser privada deste sentimento em seu casamento, entendeu a importância e resolveu espalhá-lo ou talvez achou que havia no mundo muito espaço para ser preenchido.

30 de agosto de 2008.

5 comentários:

Vera Lúcia disse...

Neto, este é realmente um assunto importante e um "prato cheio" para boas reflexões. A maioria de nós está sempre preocupada em receber amor e carinho, esquecidos de que felicidade é retribuição. Foi isto que a Lady Diana descobriu ao ocupar o vazio que havia em sua alma, doando amor aos mais necessitados. Descobriu a fonte inesgotável do amor puro e desinteressado. Esta semana ouvi uma frase muito profunda e ainda estou processando: "quem olha para fora sonha e quem olha para dentro, desperta."
Tenha uma ótima semana!

adna disse...

As pessoas realmente ligadas não precisam de ligação física. Quando se reencontram, mesmo depois de muitos anos afastados, sua amizade é tão forte quanto sempre.
As pessoas reclamam muito, mas se acovardam na hora de tomar providências. Querem que tudo mude, mas elas mesmas se recusam a mudar. (Paulo Coelho)essa frase do paulo coelho um dia vc me passou ....hoje estou lhe mandando de volta...beijo grande menino et cheio de amor para dar

Tili Oliveira disse...

Meu amigo, quem dera fosse possível contagiar as pessoas com um vírus que transmitisse o amor. Talvez pessoas como você tenham este "dom".
Boa semana com muito amor.
Bjs

Marijane disse...

O amor é um sentimento que realmente merece ser celebrado! Ele se manifesta de tantas formas... Acredito que o maior problema seja o nosso medo de amar. Medo de amar o amigo, de amar o próximo, o SER humano... A maioria das pessoas acha que só pode amar o marido ou a esposa, os pais e os filhos... Eu amo tanto mais que isso! Amo meu cachorro, meus amigos, minha casa, meu carro, meu vizinho, amo até o meu chefe! rsrs
Muito amor para vc, amado amigo!
bjs

Valdecir disse...

Sempre que posso, passeio belos caminhos do Berelando. Ou da volta dele.
E quase sempre, este nostálgico caminho, pois para quem viveu a novidade do berelando, é sempre nostalgia pura caminhar nos textos deste blog, há uma certa cura para coisas que vou vivendo.
Eu também, como a maioria, sinto falta de amor no mundo. Em quase tudo, ou em tudo, sempre que o amor está presente, as coisas são diferentes. Olhar nos olhos de uma noiva no altar, aproximar os olhos de um pai enternecido com seu rebento, um casal de idossos que se respeitam caminhando juntos pelas tortuosas ruas de São Paulo. A presença do amor modifica tudo ao seu redor. E o mais sublime de tudo, é que o amor é um sentimento tão perfeito, que não sobrevive no egoísmo. O amor que eu tenho comigo não me serve, não me basta, ele é feito para ser doado, para ser entregue, derramado por e para outros. Pois o amor que eu preciso não está comigo, e deve igualmente ser doado, dado, entregue a mim de forma gratuita e desinteressada. O amor é a forma mais sublime de se sofrer. Pode parecer lugar comum o que vou dizer, mas as pessoas que mais maltratamos, que mais fazemos sofrer são exatamente as que mais nos amam. E exatamente porque se importam conosco é que sofrem tanto, com nossa indiferença, com nossa falta de amor. Só muito tarde às vezes é que percebemos o quanto estávamos maltratando essas pessoas tão queridas. Quando, depois de muito tempo, percebemos o quanto humilhamos um amigo com brincadeiras às vezes inocentes, como um apelido que ele não gosta, ou nossos pais com nossas respostas atravessadas, nossos maridos e esposas com nossos monólogos. Mas, ainda assim, e talvez até por tudo isso, é necessário continuar acreditando no amor. E que se preencha, como disse o Neto, as lacunas da vida com Amor. Gratuito e pleno...

Valdecir