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sábado, 12 de setembro de 2009

Orgulho



Em nossas batalhas precisamos usar algumas armas, mas, o mais importante talvez seja nossa armadura. Pelo menos é o que a maioria pensa. Inclusive eu.

É tanta dor, tanto sofrimento, tanta angústia, que vestimos certas armaduras para bloquear estes sentimentos, às vezes, ela impede a entrada de outros sentimentos melhores também.

Alguns usam a couraça da solidão, sozinho ninguém pode te ferir, outros se protegem com o cinismo, alguns usam o orgulho.

Bem, acho que já usei todos estes equipamentos, mas, descobri um melhor. Aprendi a usar o manto indestrutível da fé e da esperança.

12 de setembro de 2009.

5 comentários:

Walkiria Rodrigues disse...

Não tinha pensado desta maneira. Mas é verdade, costumamos usar couraças para não nos ferir. Acho que me enquadro na da solidão...Assim não me decepciono e não fico magoada com as pessoas. Será que isso é bom???

Boa Semana pra você.
Walkiria

Vera disse...

Neto, é muito bom tratarmos deste tema, que acredito, toca profundamente a todos.
As experiências negativas por que passamos (que são maioria), nos fazem criar estes mecanismos de proteção e nos escondermos com capas e máscaras. O medo da decepção nos faz esconder quem realmente somos e o que verdadeiramente almejamos. É o nosso orgulho nos protegendo ou nos proibindo de viver e aprender?
Tem uma passagem Evangélica muito bela que conta que um cego, percebendo a aproximação de Jesus, "joga de lado a sua capa" e dirigindo-se a Ele, diz: "Senhor, que eu veja."
A interpretação deixo por conta da sua grande sensibilidade.
Sempre agradecida por todas as boas reflexões.
Beijos
Vera

Tili Oliveira disse...

Querido amigo, mais uma vez você nos coloca uma reflexão que, mesmo não parecendo, é bastante polêmica em meu modo de ver.

Acredito que o orgulho, como todos os sentimentos que possuímos, tem dois lados. Um que nos faz mostrar felizes quem somos, inclusive com todos os defeitos que possa haver, e o outro, que pode nos cegar sobre nossas verdadeiras capacidades. Este último sim, pode se tornar uma couraça perniciosa, já que pode nos impedir de continuarmos a evoluir como seres vivos.

Devemos nos orgulhar sempre de nossos dons e qualidades recebidas ou construídas durante nossas vidas e assim mostrarmos as outras pessoas que podemos fazer tudo o que quisermos, inclusive mudar o mundo.

Mas quando nosso orgulho se torna maior do que nossos ouvidos e olhos, fazendo-nos perder nossa sensibilidade, podemos deixar de perceber detalhes muito pequenos que podem ser a diferença entre viver plenamente a vida que recebemos de presente do Divino e apenas sobreviver fútil e egoisticamente.

Tenha orgulho de seu manto indestrutível de fé e esperança, pois no final, é isso o que realmente nos protege, inclusive de nós mesmos.

Boa semana!

Luciana disse...

Imagino que muitos de nós já passamos ou ainda passam por essa batalha interior. E como diz Emmanuel: "Cada dia, por nossa vez, sofremos a influência alheia na construção do próprio destino".
Seja qual tipo de arma que escolhermos(ou couraça de solidão, cinismo, orgulho etc...como vc mencionou)são ciscunstâncias que nos moldam num perfil que facilmente nos tornam muito infelizes.
Não há mágica, é decisão em nossa batalha pessoal, que pode ser um SIM PARA VIVER A VIDA, e desfrutar de cada momento de uma verdadeira amizade, um trabalho bem feito, um encontro com os amigos, uma doação de tempo aos azilos, orfanatos, hospitais etc...e quando percebemos "...o manto da fé e da esperança" se tornou inabalável.
Fico feliz por saber q/ vc já o usa, eu estou a caminho rsrsrs bjus

Anônimo disse...

Gostei muito do pensamento Neto!
Esperança é uma ótima couraça! Está disponível para empréstimo???
Não sei qual é a minha couraça. Mas sei que o mundo está me deixando um ser muito estranho.
Talvez seja fase. Talvez faça parte do amadurecimento. Ou apenas um modo de introspecção para encontrar forças. Espero que isso seja momentâneo... e que, os perdidos, como eu, encontrem suas couraças!
Bjo.
Diana.