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sábado, 13 de março de 2010

Sustentabilidade




O conceito atual é que precisamos diminuir o ritmo de nosso consumo. Usar somente o que traz o equilíbrio, suprindo nossas necessidades atuais, sem ferir ou prejudicar ninguém e de maneira responsável para que as futuras gerações possam também se beneficiar.

É necessário trazer este conceito para o bem da alma.

Olhando as crianças eu notei que, não importa classe social, local de nascimento muito menos se são fisicamente perfeitas ou não, toda criança nasce com um imenso amor por si mesma e por todos e tudo ao redor.

A medida que vão crescendo a sociedade destrói esse amor, criando um ciclo de infelicidade. É justamente o contrário do conceito de sustentabilidade.

13 de Março de 2010.

4 comentários:

Vera disse...

Neto, curiosamente assisti nesta semana, a um documentário sobre como a indústria alimentícia e de bens de consumo investe em publicidade, tendo como alvo principal a criança. Este documentário intitula-se: "Criança, a alma do negócio". Fica bem claro como se dá este processo em que a criança perde gradativamente a inocência e naturalidade e começa a viver em função das novas necessidades que são a elas impostas por esta sociedade consumista. SER=TER
As crianças já não brincam mais alegremente nas ruas e praças. Hoje os brinquedos são eletrônicos sofisticados. Os celulares foram incluidos em suas necessidades imediatas e devem ser trocados periodicamente, acompanhando os ultimos lançamentos. Os contatos se tornam virtuais e a palavra "inocência" deve ser, no mínimo, redefinida.
Auto sustentar-se deveria ser, ao contrário, termos cada vez menos necessidades supérfluas.
Sinto uma ligeira nostalgia...
Um assunto para reflexões e polêmicas.
Durma com um barulho destes...
Beijos e ótima semana!

adna disse...

Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples: - respondeu o velho.
- Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.

Albert Einstein


Quando crianças, nós não conhecemos limites. Num curto período de tempo, aprendemos a falar sem nunca antes termos falado coisa alguma. Aprendemos a andar com nossos membros frágeis para explorar o mundo sem nunca antes termos dado um um passo sequer. Aprendemos a observar, a reconhecer, a alegrarmo-nos, a sofrer, e continuarmos nossas experiências de explorações e descobertas.
Quando crianças, conseguimos tudo isso, sim, por que temos o apoio de todos que nos cercam, mas principalmente por que em nenhum momento nós pensamos que não somos capazes.
É como se movesse dentro de nós o Espírito do Mago, que conhece e domina todos os aspectos do mundo. O Mago sabe que tudo lhe é possível, por que tudo provém apenas de sua vontade. Assim, o Mago apenas deseja, quer, tenta e, irremediavelmente, consegue. Somos todos Magos quando crianças, mas aos poucos vamos perdendo nossa magia, entregando-a ao acaso toda vez que duvidamos de nós mesmos.
Então é preciso notar que para realizar maior parte da coisas que desejamos, precisamos recuperar a magia da infância, precisamos recuperar o Mago que há dentro de nós, e fazer valer a crença de que confiando exclusivamente em nós mesmos, podemos ultrapassar qualquer fronteira!
linda postagem; se pudesse escreveria mais e mais......risos

Tili Oliveira disse...

Querido amigo, sempre que se fala em crianças e sua coragem, ou sua falta de medo, ou coisa que o valha, eu não consigo resistir e me lembro da minha própria infância. E ai não paro de falar.
O comentário da Vera aqui também me inspirou bastante, então desculpe se escrevo mais do que devo.
Sempre digo a todos que foi a melhor fase de minha vida, porque naquele tempo eu não sabia muito bem onde estava o limite entre vida e morte. Para mim, na minha imaginação, tudo era possível, ou nada era impossível.
As árvores e animais ao meu redor, eram como eu. Eu não os diferenciava.
Eu brincava nas ruas, livre, e muitas vezes inventava e fabricava meus próprios brinquedos.
Naquele tempo ninguém me levava muito à sério, nem eu mesma, mas eu queria mudar o mundo, salvar as baleias e o peixe-boi, ser astronauta e mais um montão de profissões para as quais hoje, eu sei, não teria a menor vocação.
Quando eu pedia algo para minha mãe, me lembro bem, era sempre através de alguém ou com meu olhar. Aquele olhar de cachorro pidão, sabe?! E mesmo assim, ela não dava muita bola. Se comprava algo era sempre o que ela podia (financeiramente falando). E quer saber, nunca fiquei chateada com ela por isso. Sempre gostava muito de tudo o que ela me dava, porque afinal era um presente!
E quando eu brincava na rua de carrinho de rolemã?! Nossa, tenho inúmeras cicatrizes nos joelhos devido às incontáveis quedas.
Ah, como era bom!
Quando eu era criança, eu tinha tudo o que precisava pra ser feliz: minha imaginação.
Naquela época eu não fazia parte das estatísticas de mercado consumidor, e isso era tão bom...

Anônimo disse...

Nossa você matou à pau seu comentário sobre "sustentabilidade".Principalmente quando citou a Criança...só posso acrescentar mais uma frase que não é de minha autoria mas faz parte dessa reflexão: "pensem nas crianças pobres e desamparadas, na rosa grande rosa rosa de hiroshima". 'Quando lhe perguntarem que rádio você ouve? diga 89 FM e você não precisa dizer mais nada'.Lembram??? é mais ou menos o que disse. parabens.
André Queiróz