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sábado, 2 de novembro de 2013

Oposto

Não fui uma criança que poderia ser chamada de medrosa. Não tinha medo de animais, de lugares altos, de escuro mas uma coisa eu tinha pavor: ser fechado em um lugar apertado, pequeno. Nunca consegui me esconder em armários, não conseguia atravessar tubos, até aqueles de playground, mesmo elevadores me dava um certo receio. Só de imaginar em uma situação de confinamento, o ar me faltava, sentia pânico.

Assim é o medo. Ele nos aprisiona, ele nos confina.


E se na publicação passada eu disse que o amor é um templo, o medo é uma sepultura.


02 de Novembro de 2013.

Um comentário:

Marcia Tavares disse...

Então vamos nos libertar dos nossos medos!! Principalmente o medo do novo!! Esse medo nos prende na mesmice e nos torna mortos vivos em nossas sepulturas mentais!!