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domingo, 1 de março de 2015

Reparação

E quanto mais a ciência entende o funcionamento do corpo através do projeto genoma, mais perto do conhecimento da alma transgressora chegamos.

Por incrível que pareça, a máquina divina que é o nosso corpo, que por fora parece funcionar perfeitamente, ao se conhecer o processo de multiplicação celular, descobriu-se que ocorrem inúmeros erros na reprodução das células. Em alguns casos, a mutação foi necessária para que evoluíssemos, nos tornando o que somos hoje, mas, na maioria das vezes, os erros da reprodução são corrigidos. A dualidade dos cromossomos, que para nós parecem com duas fitas entrelaçadas, permite resgatar o material genético original e recomeçar da forma correta.

O Divino, ao criar nosso sistema de reprodução genético, a multiplicação das células, não pensou na perfeição, ao contrário, ele permitiu um número razoável de erros, mas, ao mesmo tempo, criou um mecanismo de reconhecimento dos erros e reparo destes. E por isso chegamos até aqui.

E depois de formados, corpos evoluídos, providos de conhecimento e do livre-arbítrio, é perceptível que algo está errado. Se os erros não forem corrigidos estamos nos condenando à extinção. É hora de parar, resgatar princípios básicos que nos trouxeram até aqui, corrigir e seguir em frente.

Um bom princípio a ser resgatado?!

Fácil: “- Amai ao próximo como a ti mesmo!”


29 de Fevereiro de 2015.

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